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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Integração entre Vivo e Telefônica será lenta
A consolidação das marcas - da Vivo como marca comercial para produtos móveis e fixos (telefonia, banda larga e outros conteúdos) e da Telefônica como linguagem padrão para a comunicação institucional - é um plano que deve, sim, ser executado, conforme já dito pelo presidente do Grupo Telefônica no Brasil, Antonio Carlos Valente, mas, ressalta Lima, "temos que, antes, montar estruturas de contato dos clientes".
Essas estruturas incluem, por exemplo, centrais de atendimento e lojas das operadoras. "Não se faz isso com facilidade, ainda que a própria Vivo tenha nascido de seis diferentes grupos", diz o presidente da Vivo.
Lima reafirmou que a estrutura organizacional da Telefônica no Brasil permanece sob o comando de Antonio Carlos Valente, que é presidente do Grupo no Brasil, e que as operações da Vivo continuam sob sua responsabilidade, enquanto a Telefônica fixa (Telesp) continua a ser presidida por Mariano de Beer.
Recentemente, a Telefónica de España mudou a estrutura da Telefónica Latinoamerica, que é liderada por José María Alvares-Pallete, sob três unidades: Brasil, sob o comando de Luis Miguel Gilpérez López; Chile, Colômbia, Argentina, Uruguai, Peru e Equador, em que as operações de telefonia móvel e fixa já estão integradas, sob o comando de Eduardo Caride; e México, América Central e Venezuela, onde a Telefónica atua apenas em telefonia móvel, sob o comando de Jaime Smith.
No Brasil, segundo o presidente da Telefônica fixa, Mariano de Beer, o objeto comercial, nesta etapa de integração, é focar naquilo que agrega valor ao cliente. "Onde as duas empresas - Vivo e Telefônica - agregarem valor uma para a outra, sob o ponto de vista de serviços, trabalharemos juntos", garante.
Wish e Central do Carnaval criam 'Projeto Fun'
Agências e anunciantes têm mais uma opção para o carnaval 2011. A Wish Eventos e a Centra do Carnaval anunciam a criação de uma joint-venture que dará origem ao "Projeto Fun": uma parceria que pretende facilitar a realização de eventos corporativos e ações de incentivo e de marketing promocional para a vitrine que é a festa em Salvador.
"Queremos promover as grandes marcas através de uma experiência criativa e inovadora. E além de levar novos anunciantes para a festa baiana e fortalecer a presença de quem tradicionalmente investem na folia, o Projeto Fun vai criar oportunidades para investimentos em eventos que realizamos ao longo de todo o ano pelo Brasil afora. E irá disseminar o conceito de eventos corporativos, utilizando inclusive as características do Carnaval da Bahia, no Brasil e no exterior", conta Natasha Caiado de Castro, vice-presidente de planejamento da Wish, agência sediada em São Paulo, com escritórios em Paris e Nova York.
Com a parceria, a Central do Carnaval passa a oferecer um leque de oportunidades e ações promocionais no carnaval de Salvador que abrange exposição de marca nos blocos e camarotes da festa, ações de relacionamento, ações de sampling e geração de conteúdo nos camarotes, entre outras possibilidades.
"O limite está na criatividade e no desejo de cada cliente. A Wish participa junto com a gente nesse processo potencializando as ações e encantando os nossos clientes, bem como prospectando novos negócios para eventos corporativos de marketing de relacionamento e endomarketing. Isso pode, inclusive, fortalecer Salvador como um pólo internacional de eventos corporativos", explica Tinho Albuquerque, sócio-diretor da empresa, que possui mais de dez anos de vida e que atua com 22 blocos e 10 camarotes.
Apesar de possuir patrocinadores oficiais - que este ano foram Nova Schin, Itaú, Petrobras e Governo Federal, cotistas sênior, Samsung como cotista principal e Contigo e Shopping Iguatemi como apoiadores - os anunciantes podem participar da folia com ações nos camarotes e em todos os blocos, nos três circuitos da capital baiana. "Durante toda a minha história com o Carnaval, o que pude perceber é que as pessoas que estão participando dos blocos e camarotes estão vivendo momentos de alegria, emoção e paixão, e encontram-se receptivas às informações. Esse é o momento ideal para que as marcas "interajam" com os seus potenciais clientes e reforcem uma imagem positiva, não só junto ao folião do bloco e camarote, mas também ao público em geral que está nas ruas, em suas casas, no país e até mesmo no mundo", conta o executivo baiano.
"Na Copa do Mundo em 2014 todos os holofotes do mundo estarão voltados para o Brasil, contribuindo bastante para divulgação e visibilidade do nosso país e da nossa cultura. Como Salvador será cidade sede de algumas partidas, acreditamos que o Carnaval será potencializado por esse evento, se tornando ainda mais conhecido e desejado pelos parceiros internacionais. Podemos pensar em longo prazo na exportação do modelo do nosso Carnaval, disseminando ainda mais a cultura baiana para o mundo", finaliza Natasha.
sábado, 23 de outubro de 2010
Grupo Pão de Açúcar teve aumento de vendas brutas de 15,9%
com no mínimo 12 meses de operação, o crescimento foi de 12,5%. sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Compras Coletivas ! A nova Mania
Liquidação total, o patrão enlouqueceu! Iogurte gelado de R$ 9 por R$ 2,69. Pizza grande, de R$ 35, por R$ 9,90. Depilação completa, de R$ 135 por R$ 29.Não, gente, ninguém está doido. Essas ofertas são reais e estão na internet. Bem-vindo ao mundo das compras coletivas.
Para quem ainda não embarcou nesta febre, o modelo mais comum funciona assim: um site oferece um serviço ou produto com descontão, de 50% a 90%, durante 24 horas. Mas esse preço baixinho só tem valor se um número determinado de pessoas comprar a oferta. Depois de atingido esse número mínimo, todos ganham cupons que dão direito à promoção.
“Na maioria das situações, a gente bate o mínimo por muito. A gente teve uma iogurteria no Rio de Janeiro que, acho que o número mínimo era 50, e a gente vendeu 23 mil frozen yogurts em 24 horas, que é o número que eles vendem em três meses”, diz Júlio Vasconcellos, criador do site Peixe Urbano, um dos pioneiros do ramo no Brasil .
Os sites de compra coletiva mexem com um fator que é fundamental na hora da compra: o tempo. O relógio está correndo e o consumidor faz a compra por impulso. Muitas vezes, ele não precisa tanto daquilo que está levando, mas ele compra. A promoção está lá, vai durar muito pouco e, na dúvida, muitos escolhem aproveitar.
Difícil resistir a ofertas tão tentadoras. “Se a gente colocasse a oferta de um mês, provavelmente a pessoa ia entrar e falar assim ‘ah, será que eu compro ou não? Vou deixar pra amanhã’”, afirma Rodrigo Monzoni, proprietário e criador do Oferta Única.
A novidade que desembarcou por aqui no começo do ano faz sucesso nos Estados Unidos há um tempão.
O mercado de compras coletivas é promissor, mas já existe um consenso de que poucos sites devem sobreviver. Pensando nisso, os sócios Rodrigo e Antonio aboliram aquele número mínimo para a promoção valer. A pessoa faz uma compra coletiva .
“Ou seja, ela não precisa esperar formar o grupo. Então, comprou, ela sabe que vai levar e ela já imprime o cupom. Ela vai poder ir ao restaurante, no cabeleireiro, na estética, na hora”, diz Antonio Mouallem, proprietário e criador do Oferta Única.
Mas em meio às tentações dos sites, vale ter cuidado. As ofertas costumam ter prazo de validade, dia e condições para serem usadas. É bom ler as instruções na compra.
Oportunidade super bacana , porque além de fazer uma boa compra , vamos pagar bem menos por ela .
Tomara que essa moda pegue !
Beijos =)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Eminem, Paul McCartney e Rock in Rio 2011 já estão confirmados para transmissão na TV
Parceria entre TV Globo e Multishow - com o primeiro exibindo posteriormente um compacto e o segundo, os shows ao vivo - para os direitos de transmissão na televisão dos megeconcertos deu tão certo no festival SWU, com a vendas de cotas publicitária para os dois canais, que já vêm aí novos capítulos. Companhias aumentam os investimentos em comunicação
A companhia quer fazer valer a credibilidade conquistada por seus produtos — a exemplo de Gillette — emprestando a mesma reputação a outros produtos e tornando os consumidores mais próximos da marca institucional. “Explorar o lado corporativo da empresa é algo recente também fora do Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, começamos no ano passado com o apoio à equipe americana nas Olimpíadas de Inverno”, conta Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da P&G. “Os resultados com essa ação foram os melhores possíveis, uma vez que o faturamento da companhia aumentou em US$ 100 milhões apenas durante o período dos Jogos”, acrescenta.
No Brasil, onde a empresa achou por bem assumir seu nome pela abreviação P&G, as iniciativas institucionais começaram como consequência da bem-sucedida aposta da companhia no Big Brother Brasil 2010. De acordo com Gabriela, a exibição dos produtos da Procter no programa elevaram substancialmente os níveis de conhecimento, experimentação e recompra das marcas. Os resultados motivaram, portanto, a sequência da comunicação, mas dessa vez tomando como base a marca mãe. “Antigamente existia o receio de se promover o corporativo por conta dos riscos que a empresa poderia correr. Como atualmente os riscos estão cada vez mais diluídos por conta da abertura trazida pela internet, por que não ir atrás dos benefícios que essa decisão pode trazer?”, questiona a executiva. Para tanto, a P&G acionou sua agência, a Africa, e lançou recentemente a promoção do Avião do Faustão, primeira ação com apelo corporativo explícito no País. Com prêmios para toda a família — que vão desde carros até brinquedos e viagens —, a companhia pretende começar o processo de introdução da ideia de que todos os produtos de sucesso da marca fazem parte de uma família e, dessa forma, entrar em definitivo na lembrança do brasileiro. “Isso também deverá nos ajudar a ter êxito com novas marcas e fortalecer as que já estão no mercado, mesmo que a participação de mercado dos produtos já estabelecidos continue aumentando em razão do conhecimento que temos de nossos consumidores e da inovação constante”, coloca Gabriela. A criação de uma loja conceito para experimentação dos produtos da P&G também faz parte da estratégia que visa aumentar o gasto médio do brasileiro com a companhia de R$ 12 para R$ 40.
Outra empresa que está dando início ao processo de apresentação da marca corporativa é a Ambev. A organização centenária lançou no último mês de julho sua primeira campanha com tal mote. Criada pela Loducca, a ação é baseada no conceito “Feita por gente e sonhos” e mostra depoimentos de funcionários e colaboradores falando sobre os sonhos concretizados. Já a partir desse mês, a campanha entra em sua segunda fase com mais 16 declarações.
Identificação com valores Os investimentos crescentes nessa área passam ainda pela reformulação da logomarca da companhia e pelo acompanhamento da repercussão das ações institucionais na internet. Para isso, perfis corporativos foram criados nas principais redes sociais com o objetivo de mostrar as iniciativas socialmente responsáveis. De acordo com a companhia, suas ações já fazem da Ambev uma referência mundial em áreas como gestão de pessoas e estímulo ao consumo responsável de bebidas alcoólicas cabendo agora uma aposta mais certeira na ligação dos produtos consumidos à marca mãe. Para Gilson Nunes, sócio da Superbrands e da Brand-Finance, porém, tanto Ambev quanto P&G demoraram a tomar a decisão de trabalhar suas marcas institucionais. Segundo o consultor, os resultados da pesquisa Superbrands — realizada periodicamente por sua empresa há seis anos — mostram que o valor da marca de seus produtos não é associado à família corporativa pelos consumidores brasileiros. “Fazer a comunicação com viés corporativo é fundamental para a estratégia de negócios de uma companhia. Os consumidores procuram cada vez mais identificação com os valores da empresa e não apenas com os atributos físicos de seus produtos”, afirma. “Com maior poder de compra, eles não querem apenas que suas necessidades básicas sejam supridas, mas sim começam a se preocupar com outras questões como a própria sustentabilidade, por exemplo. Pensando assim, comunicar o institucional, desde que verdadeiro, é a maneira mais adequada de se chegar ao coração dos consumidores”, acredita Nunes. De acordo com o consultor, companhias que já há algum tempo introduziram a comunicação corporativa no Brasil hoje colhem os frutos da decisão. “A Nestlé, por exemplo, que conseguiu associar atributos como ética e confiança a sua marca institucional, tem 35% do valor de suas marcas associado à marca mãe, Há seis anos esse índice era de 21%.
Já a Unilever registrou um salto de 2% para 15% no mesmo período”, coloca Nunes. “Em compensação, outras empresas como Estrela e Caloi, por exemplo, que já foram muito fortes no passado, não souberam acompanhar as mudanças do mercado e perderam reconhecimento”, diz.
Beijos =)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Relatório da ONU aponta aumento de 226 milhões de internautas até o fim do ano
A previsão foi feita por uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) e divulgada nesta terça-feira 19. Até o final deste ano, o mundo deverá ultrapassar o total de dois bilhões de internautas. terça-feira, 19 de outubro de 2010
No aniversário de 4 anos da revista Rolling Stone a estrela é Rita Lee
Em aniversário de quatro anos da revista Rolling Stone, da Spring Publicações, a comemoração foi com uma grande festa só para convidados, entre eles publicitários, artistas, parceiros, bandas, músicos, formadores de opinião e outros. O evento, que acontece na terça-feira, 26, terá como tema "A estrada do rock" e como estrela a cantora Rita Lee. Pelo quarto ano consecutivo, a Mix será a produtora do evento. Os patrocinadores são Gillette, Havaianas, Ray-Ban e Kawasaki, além do apoio da Diageo. domingo, 17 de outubro de 2010
Parceria entre Google e Sony em uma nova linha de TV's
Nova linha de TVs HDTV (de alta definição) da Sony, foi lançada nesta quarta-feira, 13, para o mercado norte-americano, as Tvs são de telas LED e com o Google TV. Com as funcionalidades do Google TV, chegam à TV broadband da Sony aplicativos para o Hulu e Netflix (serviços de aluguel de vídeo online), Twitter, YouTube e Pandora (rádio online). sábado, 16 de outubro de 2010
Campanha para reduzir em 10% emissão de carbono
Beijos =)
Para aumentar a produtividades nas empresas - Redes Sociais

Você conhece esse site, o WikiCrimes? Nele, os internautas que sofreram algum ataque ou roubo podem cadastrar a ocorrência online e assim, o mapa vai registrando, de forma orgânica, as regiões mais perigosas do planeta. E este outro site, o Sinal 3G? Nele, os usuários de rede de dados do Brasil inteiro são responsáveis por criar um mapa com informações sobre a qualidade da rede nas diferentes partes do país. Acessando o site você consegue saber, por exemplo, se vale a pena trocar de operadora ou se vai passar raiva ao tentar acessar a internet com a sua nova empresa de telefonia na cidade em que mora, com base na opinião dos próprios usuários do sistema. Este outro site aqui, o Mapa Wifi, reúne dicas de usuários, que contam onde existem redes wi-fi gratuitas abertas para o público no Brasil inteiro. E tem também o GuiaPostos, onde o pessoal se reúne para pontuar a qualidade do combustível e o preço cobrado pelos estabelecimentos. Todas essas redes foram criadas de forma espontânea. Isso mostra a importância da informação que está nas mãos de cada um de nós nos dias de hoje. Informação que não pode, de maneira alguma, ser descartada pelas grandes empresas. "Os jovens, de um modo geral, são muito adaptados. Essa geração Y quer as coisas muito rápidas e se adaptam muito rápido a esse tipo de mudanças. As pessoas de posto gerencial têm uma certa resistência para implementar esse tipo de mudança. Porém, o que a gente tem visto é um ganho muito grande de produtividade quando isso é feito de uma maneira geral dentro de uma empresa", afirma Celso Poderoso, coordenador dos cursos de Tecnologia da FIAP/SP.
Mas como trazer o mundo das redes sociais para dentro de uma empresa? Antes de tudo, é necessário promover uma mudança cultural no ambiente corporativo. "Normalmente, as redes sociais estão associadas a falta de produtividade - o que é uma grande falta de percepção, na realidade. As pessoas podem ser muito mais produtivas utilizando as redes sociais", afirma Poderoso.
Hoje, já existem até mesmo sistemas desenvolvidos para grandes empresas que trazem os benefícios das redes sociais para o ambiente corporativo. Este aqui é um exemplo. A página até parece um Orkut ou Facebook, mas é o perfil de um funcionário, que traz uma foto, telefone, email... ou seja, todas as formas de contato profissional dele. Aqui em cima, o fuso horário diz em que parte do mundo ele se encontra, no caso de uma empresa que funciona em países diferentes. Na rede de relacionamentos, ao invés de mostrar quem é amigo de quem, o sistema mostra quem é chefe de quem! E as comunidades servem para discutir assuntos referentes ao trabalho. "Tem aspectos de controle, aspectos de segurança, outros voltados a inibir que pessoas tenham perfis falsos... Como você promove o conteúdo para que ele seja efetivamente utilizado dentro de sua empresa para aumentar a produtividade? É aí que os detalhes das ferramentas voltadas para o mundo corporativo se sobressaem", explica Mario Costa, Gerente de Portais e Colaboração da IBM Brasil.
O fórum permite a adição de arquivos, que podem ser vistos por todos ou só por aqueles que o usuário definir. É possível adicionar feeds para enriquecer as discussões referentes àquele assunto, e até criar blogs para que os mais entendidos dêem palpites mais completos. Aqui nesta outra seção, o texto Wiki permite que várias pessoas atualizem um mesmo documento simultaneamente – algo fundamental para equipes que trabalham em conjunto, mas de diferentes lugares. Aqui é possível ver quem modificou ou acrescentou o que, e em que momento. O controle sobre a informação é acessível por todos, e fica muito mais fácil encontrar as pessoas responsáveis pelas determinadas tarefas e assim, a empresa ganha em produtividade. "E se a pessoa é o centro, você quer também analisar as interações que acontecem entre as pessoas usando as diferentes serviços. Quando você começa a mapear isso, você começa a fazer a análise das redes sociais. E dá pra medir qual é a rede social ao redor de um assunto, qual é a sua rede social, seu chefe está perto de você, quais são as áreas da empresa com as quais você se comunica... tudo isso vira ferramenta para a gestão do negócio, para fomentar treinamentos e aumentar a capacidade de inovação e produtividade dentro da empresa", complementa Mario.
Quem disse que a tecnologia afasta as pessoas? Aqui está a prova de que os computadores só aproximam os usuários. Nos fóruns, os funcionários podem se ajudar, tirar dúvidas, trocar ideias, experiências e melhores práticas de negócios. "O ganho de produtividade advindo do uso desse tipo de ferramenta é maior que o potencial de perda de produtividade, mas tem um detalhe importante: não dá pra confundir mídia social e ferramenta voltada para o consumidor com ferramenta de trabalho. Facebooks, Orkuts, MSNs da vida para o mundo social, ótimo. No trabalho, você quer que as pessoas usem esse tipo de ferramenta pro trabalho", conclui Mario.
Para saber mais a respeito de como as redes sociais podem ser utilizadas de maneira benéfica dentro de uma empresa, é só clicar nos links abaixo. Bom proveito!
Links da matéria:
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Grazi Massafera é garota propaganda de Credicard Exclusive

O programa de incentivo tem duas categorias. Uma com a proporção de 1,5 ponto para cada dólar gasto e outra que dá 2 pontos para cada dólar. Os pontos acumulados podem ser resgatados em programas de milhagem da Tam e da Gol, na aquisição de automóveis, seguro e compra de autopeças, no pagamento da anuidade e em ingressos para shows e espetáculos.
A campanha de lançamento do plástico, criada pela Publicis, terá a atriz Grazi Massafera como garota-propaganda e investimentos da ordem de R$ 40 milhões em três meses de veiculação. A ação entra no ar no domingo, 17, e inclui um comercial para TV aberta e fechada, anúncios em revistas e peças para internet. Ainda no ambiente virtual, a ação terá desdobramentos nas mídias sociais. Grazi dará dicas de viagens no Twitter e no Facebook.
"Credicard completa 40 anos em novembro e desde o início do ano temos trabalhado em uma série de coisas. Uma delas foi estender a linha Exclusive, lançada pela Diners, para Credicard. Não tenho dúvida de dizer que é o melhor produto dentro do segmento. Credicard já é reconhecida na área de shows. Agora queremos complementar com o turismo. Esperamos vender 300 mil cartões em 12 meses", diz Leonel Andrade, presidente da Credicard.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Windows Phone 7 é o novo smartphone da Microsoft

Nesta segunda-feira, 11, a Microsoft apresentou suas armas para concorrer com a Apple e o Google no mercado de smartphones. Steve Ballmer, o CEO da companhia, trouxe as novidades do sistema operacional em uma coletiva de imprensa em Nova York. O Windows Phone 7 vem sendo aguardado pelo setor, que tem a concorrência do iPhone e do sistema Android, do Google, sem falar do Blackberry, da RIM. Os parceiros da Microsoft, nesse caso, são LG, HTC e Samsung, que terão o sistema em seus aparelhos. Na Europa, os novos celulares deverão chegar a partir de 21 de outubro. Nos Estados Unidos, só no período das férias. Segundo Ballmer, serão nove modelos disponibilizados em 30 países. Outra parceria fechada pela gigante tecnológica foi com a AT&T, que permitirá o acesso a um serviço de TV chamado U-verse - acordo que vale inclusive para quem comprar os aparelhos mesmo que não seja assinante da AT&T.
Um tom empregado pelo comandante da Microsoft foi o da personalização. Ballmer comentou que as novidades do sistema fazem com que o celular tenha a cara do dono. A tela inicial, por exemplo, terá conteúdo real time. Ela atualizará o status do usuário e seus amigos na mídia social e poderá trazer compromissos do dia e as notícias mais recentes que interessem ao proprietário do equipamento. Os ícones serão visualizados mais facilmente conforme o gosto do dono do celular. Os aplicativos podem ser agrupados em hubs. Games da Electronic Arts, como The Sims, também estarão lá. Os aparelhos potencializados pelo Windows Phone 7 contarão ainda com todas as ferramentas da Microsoft, como Windows Live, Bing, Microsoft Office Mobile, Zune e Xbox Live. É possível criar um avatar no celular para ser utilizado nas redes sociais ou no Xbox. A ideia é integrar os serviços.
Segundo comunicado da Microsoft, os novos celulares com Windows Phone 7 representam um importante passo para a companhia de três formas. Primeiro porque é um reinício da empresa na área de smartphones. Segundo porque traz um novo approach para a Microsoft no sentido de promover a integração de produtos e serviços de modo a gerar uma experiência mais e ampliar a produtividade. E, finalmente, porque é um novo esforço da companhia de reconquistar um mercado que, mesmo com o sucesso do iPhone e do Android, ainda é relativamente pouco explorado no mundo. Palavras da Microsoft. De acordo com um levantamento feito pela empresa de pesquisa Gartner, mencionado pela Reuters, a Microsoft detém 5% de share no mercado global de smartphones, quatro pontos percentuais a menos do que tinha um ano antes. O sistema Android tem uma participação de 17%, um crescimento importante em relação ao que tinha amealhado há apenas um ano (2%). Ainda segundo a Gartner, cerca de 270 milhões de smartphones devem ser vendidos este ano, um aumento de 56% em relação a 2009.
TV ainda é preferência entre jovens
Em pesquisa feita pela TNS, os dados apontam ainda o crescimento da internet e a queda de revistas e jornais. A televisão continua como a fonte de informação preferida de oito em cada dez jovens brasileiros para se atualizar sobre o que acontece no mundo. Mas a internet vem ganhando espaço, principalmente nas classes mais altas. Isso é o que aponta o TRU Brasil 2010, estudo anual realizado pela TNS Research International com o público jovem, que nesta edição ouviu 1,5 mil jovens de 12 a 19 anos, das classes A, B, C e D, em nove regiões metropolitanas brasileiras e principais cidades do interior de São Paulo.
O levantamento constatou que os jovens gastam aproximadamente 11 horas por semana vendo TV, e cerca de sete horas na web – e geralmente fazem as duas coisas ao mesmo tempo. Nas classes mais altas – em que se tem internet em casa –, as horas na rede já se equiparam ao tempo gasto vendo TV (dez horas, em média, por semana), e a mídia online é considerada como a mais informativa (por 43% dos respondentes) e imprescindível (50%). Mesmo sendo uma preferência em ascensão, apenas 16% declararam que a internet é a mídia mais confiável.
Rádio
Um dado que chamou a atenção do instituto foi o desempenho do rádio, companheiro do público em carros, trens, ônibus e celulares. A mídia aparece no estudo como uma das opções preferidas por 22% dos adolescentes, superando a mídia impressa. Os jovens gastam, em média, 8 horas semanais com o meio. Apesar do resultado, desde 2008, quando foi realizada a primeira edição do estudo, o rádio vem perdendo espaço para a TV e a internet até mesmo entre os jovens da classe D.
Mídia impressa
No entanto, quem realmente não está nas graças desse público são os jornais e revistas impressas. O levantamento apontou que os jovens declaram ler cada vez menos os veículos de mídia impressa, sendo que a preferência pela leitura em papel é de 15% para jornais e de 3% para revistas. "Essa é uma tendência inevitável porque, ao oferecer conteúdo similar de forma rápida e gratuita, a internet passa a ser um grande diferencial para essa faixa etária, principalmente entre a população das classes mais baixas", conclui Kodja.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Brasil teve alta de 50,2% em publicidade
De acordo com pesquisa da Nielsen feita com 35 países indica um aumento de 12,8% nas verbas aplicadas no setor nos seis primeiros meses de 2010 em comparação a igual período em 2009. Essa pesquisa demonstra que a publicidade mundial está em uma importante recuperação em relação ao ano passado. Com esse índice, a propaganda movimentou no primeiro semestre um total de US$ 238 bilhões. O impulso veio principalmente dos mercados emergentes, em especial da América Latina.
A Nielsen aponta também que o crescimento ganhou força devido ao retorno de investimentos na escala de dois dígitos pelos segmentos automotivo, bens duráveis, bens de consumo rápido, serviços financeiros e telecomunicações. Os dados foram divulgados no domingo 10.
Os números do primeiro trimestre já davam mostras da recuperação. Os resultados recém apresentados corroboram a curva de crescimento, que ocorre em todas as regiões e envolvem todas as mídias. É verdade que esse ritmo sofreu uma ligeira desaceleração na Ásia Pacífico e na América Latina no segundo trimestre. Mas isso não chega a preocupar, explicam os analistas da Nielsen. Isso porque essas regiões tiveram uma performance melhor do que os demais mercados em 2009, que demoraram mais para se recuperar.
Brasil
Por regiões, o semestre registrou os melhores desempenhos na América Latina (aumento de 44,5%) e África/ Oriente Médio, com alta de 23,8%. A Nielsen destaca que o Brasil teve um crescimento de 50,2%. Em seguida, vem o México, com 40%.
Na Ásia Pacífico, região que detém uma participação de 38% no mercado mundial (em relação aos investimentos em publicidade), a maior parte dos países reportou aumento de dois dígitos na comparação com os montantes movimentados no primeiro semestre de 2009. A Índia lidera nessa porção do continente, com alta de 32%, seguida por Hong Kong (23%), Indonésia e Malásia (22%).
De acordo com a pesquisa, a América do Norte e a Europa, ambas detentoras de 23% de share do mercado global, tiveram resultados modestos. O continente europeu indica alta de 8% no primeiro semestre, sempre em comparação ao mesmo período no ano passado. No Reino Unido, o índice de crescimento bateu 10%. Alemanha chegou a 9,6%, enquanto que a França comemora 11,6% de aumento. A Espanha não sinalizou crescimento e a Irlanda teve queda de 3%.
EUA
O percentual de crescimento da América do Norte ficou em 4,7%. Os Estados Unidos, por sua vez, tiveram um ritmo inferior, chegando a 3,8%. Os analistas da Nielsen lembram que o mercado norte-americano enfrentou seis trimestres consecutivos de declínio nos investimentos em publicidade, só apresentando recuperação em 2010. No total, foram aplicados em propaganda cerca de US$ 54 bilhões nos primeiros seis meses deste ano.
Segundo a Nielsen, essa melhora é um reflexo dos índices de confiança do consumidor, que também tiveram um ganho neste ano. Os analistas acrescentam que as empresas salientaram descontos, negociações para pagamentos e promoções como formas de reconquistar a atenção dos compradores. No entanto, eles ponderam que os índices de confiança ainda estão abaixo dos níveis apresentados no período pré-recessão. E observam que apenas o setor automotivo conseguiu ser um ponto brilhante dentro do top 10 de investimentos feitos por categoria - nos EUA apenas quatro segmentos desses dez segmentos tiveram alta: carros, seguro de automóveis, restaurantes e varejo.
Na análise global por setores, o levantamento registra que o mercado automotivo na América do Norte teve um aumento de 17,3% no primeiro semestre. O setor de vestuário e acessórios teve alta de 14,9% na Europa. Mas sua melhor performance foi na Ásia Pacífico, com investimento em publicidade 29,7% superior ao feito no primeiro semestre de 2009. Na América Latina, as verbas de propaganda dos serviços financeiros cresceram 73,9%, o maior índice na comparação ano a ano. O segmento de telecom teve maior repercussão na África/Oriente Médio, com 38,7%.
Mídia
A pesquisa da Nielsen registrou ainda que, em todas as regiões, a televisão se manteve como a mídia com esmagadora preferência dos anunciantes (share de 62% do total de investimentos em publicidade). No semestre, o crescimento foi de 15,8%. Rádio teve alta de 11% (embora tenha registrado uma queda de 1% na América do Norte). Jornais registraram aumento de 9,5%. Revistas? O crescimento foi de 3,7%, com declínio na América do Norte (-2%), em comparação ao primeiro semestre de 2009.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Os M&M’s branco voltaram
A divulgação se dará principalmente na internet, por meio do site oficial da promoção (clique aqui para acessar) e das redes sociais, mas se estenderá também para celulares (por meio de SMS's) e todos os veículos do grupo RBS, incluindo os perfis do Twitter, do site ObaOba e da revista Kzuka. No site da promoção, os participantes serão convidados a enviar fotos e frases que demonstrem seu amor pelo Fresno e pelo M&M's. Os quatro vencedores irão participar do próximo clipe da banda, e ainda ganharão uma apresentação particular. O concurso acontece a partir desta segunda-feira, 4, e segue até 3 de novembro. Os vencedores serão anunciados no dia 5 de novembro. Para desenvolver a campanha, a agência e a RBS desenharam uma maneira de trabalhar todas as plataformas disponíveis. Justamente por isso, o início da campanha é voltado para os fãs da banda, já que os próprios integrantes do grupo já estão anunciando o concurso no perfil oficial da banda no Twitter (@fresnorock). O perfil oficial da marca (@mms_brasil) também passará a anunciar em breve. "A ideia é começar justamente onde as pessoas estão mais interessadas, sendo anunciada pela própria banda, e depois iremos ampliar a nossa presença nas redes sociais", afirma Renata. Além de relacionar a marca à banda através do concurso, a M&M's também participará do resultado final: através do conceito de product placement, ainda desconhecido no Brasil no que diz respeito a videoclipes, a marca aparecerá no próximo vídeo da banda, que contará com os vencedores do concurso. Para Renata, este é o ponto alto, juntamente com o ineditismo. "Vimos que era uma ação inédita e muito pertinente à marca. Só a M&M's poderia fazer algo deste tipo. Como é uma marca muito ligada à diversão, ao entretenimento e à inovação, ela não faria se alguém já tivesse feito", finaliza.
Beijos =)




