quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Integração entre Vivo e Telefônica será lenta

A oferta integrada de produtos da Vivo e da Telefônica deve demorar para se materializar em pacotes únicos vendidos sob a marca Vivo. "A integração entre ambas as operadoras depende de fatores societários e fiscais, sobre os quais não é possível, neste momento, antecipar nada", afirma o presidente da Vivo, Roberto Lima.

A consolidação das marcas - da Vivo como marca comercial para produtos móveis e fixos (telefonia, banda larga e outros conteúdos) e da Telefônica como linguagem padrão para a comunicação institucional - é um plano que deve, sim, ser executado, conforme já dito pelo presidente do Grupo Telefônica no Brasil, Antonio Carlos Valente, mas, ressalta Lima, "temos que, antes, montar estruturas de contato dos clientes".

Essas estruturas incluem, por exemplo, centrais de atendimento e lojas das operadoras. "Não se faz isso com facilidade, ainda que a própria Vivo tenha nascido de seis diferentes grupos", diz o presidente da Vivo.
Lima reafirmou que a estrutura organizacional da Telefônica no Brasil permanece sob o comando de Antonio Carlos Valente, que é presidente do Grupo no Brasil, e que as operações da Vivo continuam sob sua responsabilidade, enquanto a Telefônica fixa (Telesp) continua a ser presidida por Mariano de Beer.

Recentemente, a Telefónica de España mudou a estrutura da Telefónica Latinoamerica, que é liderada por José María Alvares-Pallete, sob três unidades: Brasil, sob o comando de Luis Miguel Gilpérez López; Chile, Colômbia, Argentina, Uruguai, Peru e Equador, em que as operações de telefonia móvel e fixa já estão integradas, sob o comando de Eduardo Caride; e México, América Central e Venezuela, onde a Telefónica atua apenas em telefonia móvel, sob o comando de Jaime Smith.

No Brasil, segundo o presidente da Telefônica fixa, Mariano de Beer, o objeto comercial, nesta etapa de integração, é focar naquilo que agrega valor ao cliente. "Onde as duas empresas - Vivo e Telefônica - agregarem valor uma para a outra, sob o ponto de vista de serviços, trabalharemos juntos", garante.

Wish e Central do Carnaval criam 'Projeto Fun'

Agências e anunciantes têm mais uma opção para o carnaval 2011. A Wish Eventos e a Centra do Carnaval anunciam a criação de uma joint-venture que dará origem ao "Projeto Fun": uma parceria que pretende facilitar a realização de eventos corporativos e ações de incentivo e de marketing promocional para a vitrine que é a festa em Salvador.

"Queremos promover as grandes marcas através de uma experiência criativa e inovadora. E além de levar novos anunciantes para a festa baiana e fortalecer a presença de quem tradicionalmente investem na folia, o Projeto Fun vai criar oportunidades para investimentos em eventos que realizamos ao longo de todo o ano pelo Brasil afora. E irá disseminar o conceito de eventos corporativos, utilizando inclusive as características do Carnaval da Bahia, no Brasil e no exterior", conta Natasha Caiado de Castro, vice-presidente de planejamento da Wish, agência sediada em São Paulo, com escritórios em Paris e Nova York.

Com a parceria, a Central do Carnaval passa a oferecer um leque de oportunidades e ações promocionais no carnaval de Salvador que abrange exposição de marca nos blocos e camarotes da festa, ações de relacionamento, ações de sampling e geração de conteúdo nos camarotes, entre outras possibilidades.

"O limite está na criatividade e no desejo de cada cliente. A Wish participa junto com a gente nesse processo potencializando as ações e encantando os nossos clientes, bem como prospectando novos negócios para eventos corporativos de marketing de relacionamento e endomarketing. Isso pode, inclusive, fortalecer Salvador como um pólo internacional de eventos corporativos", explica Tinho Albuquerque, sócio-diretor da empresa, que possui mais de dez anos de vida e que atua com 22 blocos e 10 camarotes.

Apesar de possuir patrocinadores oficiais - que este ano foram Nova Schin, Itaú, Petrobras e Governo Federal, cotistas sênior, Samsung como cotista principal e Contigo e Shopping Iguatemi como apoiadores - os anunciantes podem participar da folia com ações nos camarotes e em todos os blocos, nos três circuitos da capital baiana. "Durante toda a minha história com o Carnaval, o que pude perceber é que as pessoas que estão participando dos blocos e camarotes estão vivendo momentos de alegria, emoção e paixão, e encontram-se receptivas às informações. Esse é o momento ideal para que as marcas "interajam" com os seus potenciais clientes e reforcem uma imagem positiva, não só junto ao folião do bloco e camarote, mas também ao público em geral que está nas ruas, em suas casas, no país e até mesmo no mundo", conta o executivo baiano.

"Na Copa do Mundo em 2014 todos os holofotes do mundo estarão voltados para o Brasil, contribuindo bastante para divulgação e visibilidade do nosso país e da nossa cultura. Como Salvador será cidade sede de algumas partidas, acreditamos que o Carnaval será potencializado por esse evento, se tornando ainda mais conhecido e desejado pelos parceiros internacionais. Podemos pensar em longo prazo na exportação do modelo do nosso Carnaval, disseminando ainda mais a cultura baiana para o mundo", finaliza Natasha.

sábado, 23 de outubro de 2010

Grupo Pão de Açúcar teve aumento de vendas brutas de 15,9%

Nesta quarta-feira, 13, o Grupo Pão de Açúcar divulgou, seu relatório de desempenho no terceiro trimestre, em comparação ao registrado no mesmo período em 2009. O aumento de vendas brutas foi de 15,9%, somadas todas as operação da corporação, o que inclui Ponto Frio. No conceito "mesmas lojas", ou seja, unidades com no mínimo 12 meses de operação, o crescimento foi de 12,5%.

O relatório aponta que as vendas brutas da Globex (o que envolve os movimentos de pontofrio.com e extra.com), mais as operações de atacado, tiveram alta de 43,8% em relação ao terceiro trimestre de 2009. No acumulado do ano, as vendas brutas do grupo tiveram aumento de 32,4% em comparação aos nove primeiros meses de 2009. Em relação às vendas líquidas, o crescimento foi de 33,9%.

No conceito "mesmas lojas", que incluem as lojas do Ponto Frio a partir do terceiro trimestre (a empresa foi adquirida em junho de 2009), as vendas brutas tiveram alta de 12,4%.

Com Globex e sem Globex

Entre as bandeiras do grupo, excluindo-se a Globex, os destaques até setembro de 2010 foram Assaí e Extra Supermercado, com aumento nas vendas brutas, no conceito "mesmas lojas", de 19,1% e 33,5%, respectivamente.

No caso do desempenho da Globex, que soma os resultados do e-commerce e do atacado, as vendas brutas cresceram 49,5% nos nove primeiros meses deste ano, em comparação a igual período em 2009. No conceito "mesmas lojas", os movimentos dos sites pontofrio.com e extra.com tiveram um incremento importante. Somadas as vendas por meio dessas lojas eletrônicas, as vendas brutas registraram alta de 50,1%.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Compras Coletivas ! A nova Mania

Liquidação total, o patrão enlouqueceu! Iogurte gelado de R$ 9 por R$ 2,69. Pizza grande, de R$ 35, por R$ 9,90. Depilação completa, de R$ 135 por R$ 29.

Não, gente, ninguém está doido. Essas ofertas são reais e estão na internet. Bem-vindo ao mundo das compras coletivas.

Para quem ainda não embarcou nesta febre, o modelo mais comum funciona assim: um site oferece um serviço ou produto com descontão, de 50% a 90%, durante 24 horas. Mas esse preço baixinho só tem valor se um número determinado de pessoas comprar a oferta. Depois de atingido esse número mínimo, todos ganham cupons que dão direito à promoção.

“Na maioria das situações, a gente bate o mínimo por muito. A gente teve uma iogurteria no Rio de Janeiro que, acho que o número mínimo era 50, e a gente vendeu 23 mil frozen yogurts em 24 horas, que é o número que eles vendem em três meses”, diz Júlio Vasconcellos, criador do site Peixe Urbano, um dos pioneiros do ramo no Brasil .

Os sites de compra coletiva mexem com um fator que é fundamental na hora da compra: o tempo. O relógio está correndo e o consumidor faz a compra por impulso. Muitas vezes, ele não precisa tanto daquilo que está levando, mas ele compra. A promoção está lá, vai durar muito pouco e, na dúvida, muitos escolhem aproveitar.

Difícil resistir a ofertas tão tentadoras. “Se a gente colocasse a oferta de um mês, provavelmente a pessoa ia entrar e falar assim ‘ah, será que eu compro ou não? Vou deixar pra amanhã’”, afirma Rodrigo Monzoni, proprietário e criador do Oferta Única.

A novidade que desembarcou por aqui no começo do ano faz sucesso nos Estados Unidos há um tempão.

O mercado de compras coletivas é promissor, mas já existe um consenso de que poucos sites devem sobreviver. Pensando nisso, os sócios Rodrigo e Antonio aboliram aquele número mínimo para a promoção valer. A pessoa faz uma compra coletiva .

“Ou seja, ela não precisa esperar formar o grupo. Então, comprou, ela sabe que vai levar e ela já imprime o cupom. Ela vai poder ir ao restaurante, no cabeleireiro, na estética, na hora”, diz Antonio Mouallem, proprietário e criador do Oferta Única.

Mas em meio às tentações dos sites, vale ter cuidado. As ofertas costumam ter prazo de validade, dia e condições para serem usadas. É bom ler as instruções na compra.

Oportunidade super bacana , porque além de fazer uma boa compra , vamos pagar bem menos por ela .

Tomara que essa moda pegue !

Beijos =)


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Eminem, Paul McCartney e Rock in Rio 2011 já estão confirmados para transmissão na TV

Parceria entre TV Globo e Multishow - com o primeiro exibindo posteriormente um compacto e o segundo, os shows ao vivo - para os direitos de transmissão na televisão dos megeconcertos deu tão certo no festival SWU, com a vendas de cotas publicitária para os dois canais, que já vêm aí novos capítulos.

Correm de forma acelerada no Multishow os projetos para os próximos espetáculos. O primeiro deles é a novidade do circo da Fórmula 1: o F-1 Rocks, que trará o rapper Eminem ao Jockey Clube de São Paulo no próximo dia 5 de novembro. O espetáculo, que leva a assinatura da Geo Eventos (joint venture entre as Organizações Globo e o Grupo RBS), já tem o patrocínio da LG, e estará na grade do Multishow.

Também em novembro, um dos shows de Paul McCartney em São Paulo terá transmissão no canal. “E já garantimos o Rock in Rio 2011”, afirma Alberto Pecegueiro, diretor geral da Globosat, que celebra o fato de o mercado de publicidade estar tão aquecido num momento em que o canal de variedades da programadora de TVpor assinatura colhe também os frutos das mudanças que promoveu na sua grade no último ano.

Companhias aumentam os investimentos em comunicação

Como estou estudando o Marketing Organizacional, o que mais vejo nessa matéria são empresas que não investem em comunicação, e que acabam falindo por não fortalecerem a sua marca.


Acostumadas a trabalhar imagem e reputação dos produtos, grandes companhias têm olhado com mais cuidado e dedicação para suas marcas corporativas. Com o objetivo de não apenas fortalecer o relacionamento com os consumidores, mas também aproveitar a força da marca mãe de maneira estratégica para o desenvolvimento dos negócios, algumas vêm se tornando referência nesse tipo de comunicação no Brasil enquanto outras começam a apertar o passo nessa direção. A Procter & Gamble, por exemplo, presente no País há 22 anos, começou recentemente um trabalho para apresentar o nome que está por trás de produtos já consagrados entre os brasileiros.

A companhia quer fazer valer a credibilidade conquistada por seus produtos — a exemplo de Gillette — emprestando a mesma reputação a outros produtos e tornando os consumidores mais próximos da marca institucional. “Explorar o lado corporativo da empresa é algo recente também fora do Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, começamos no ano passado com o apoio à equipe americana nas Olimpíadas de Inverno”, conta Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da P&G. “Os resultados com essa ação foram os melhores possíveis, uma vez que o faturamento da companhia aumentou em US$ 100 milhões apenas durante o período dos Jogos”, acrescenta.
No Brasil, onde a empresa achou por bem assumir seu nome pela abreviação P&G, as iniciativas institucionais começaram como consequência da bem-sucedida aposta da companhia no Big Brother Brasil 2010. De acordo com Gabriela, a exibição dos produtos da Procter no programa elevaram substancialmente os níveis de conhecimento, experimentação e recompra das marcas. Os resultados motivaram, portanto, a sequência da comunicação, mas dessa vez tomando como base a marca mãe. “Antigamente existia o receio de se promover o corporativo por conta dos riscos que a empresa poderia correr. Como atualmente os riscos estão cada vez mais diluídos por conta da abertura trazida pela internet, por que não ir atrás dos benefícios que essa decisão pode trazer?”, questiona a executiva. Para tanto, a P&G acionou sua agência, a Africa, e lançou recentemente a promoção do Avião do Faustão, primeira ação com apelo corporativo explícito no País. Com prêmios para toda a família — que vão desde carros até brinquedos e viagens —, a companhia pretende começar o processo de introdução da ideia de que todos os produtos de sucesso da marca fazem parte de uma família e, dessa forma, entrar em definitivo na lembrança do brasileiro. “Isso também deverá nos ajudar a ter êxito com novas marcas e fortalecer as que já estão no mercado, mesmo que a participação de mercado dos produtos já estabelecidos continue aumentando em razão do conhecimento que temos de nossos consumidores e da inovação constante”, coloca Gabriela. A criação de uma loja conceito para experimentação dos produtos da P&G também faz parte da estratégia que visa aumentar o gasto médio do brasileiro com a companhia de R$ 12 para R$ 40.
Outra empresa que está dando início ao processo de apresentação da marca corporativa é a Ambev. A organização centenária lançou no último mês de julho sua primeira campanha com tal mote. Criada pela Loducca, a ação é baseada no conceito “Feita por gente e sonhos” e mostra depoimentos de funcionários e colaboradores falando sobre os sonhos concretizados. Já a partir desse mês, a campanha entra em sua segunda fase com mais 16 declarações.


Identificação com valores Os investimentos crescentes nessa área passam ainda pela reformulação da logomarca da companhia e pelo acompanhamento da repercussão das ações institucionais na internet. Para isso, perfis corporativos foram criados nas principais redes sociais com o objetivo de mostrar as iniciativas socialmente responsáveis. De acordo com a companhia, suas ações já fazem da Ambev uma referência mundial em áreas como gestão de pessoas e estímulo ao consumo responsável de bebidas alcoólicas cabendo agora uma aposta mais certeira na ligação dos produtos consumidos à marca mãe. Para Gilson Nunes, sócio da Superbrands e da Brand-Finance, porém, tanto Ambev quanto P&G demoraram a tomar a decisão de trabalhar suas marcas institucionais. Segundo o consultor, os resultados da pesquisa Superbrands — realizada periodicamente por sua empresa há seis anos — mostram que o valor da marca de seus produtos não é associado à família corporativa pelos consumidores brasileiros. “Fazer a comunicação com viés corporativo é fundamental para a estratégia de negócios de uma companhia. Os consumidores procuram cada vez mais identificação com os valores da empresa e não apenas com os atributos físicos de seus produtos”, afirma. “Com maior poder de compra, eles não querem apenas que suas necessidades básicas sejam supridas, mas sim começam a se preocupar com outras questões como a própria sustentabilidade, por exemplo. Pensando assim, comunicar o institucional, desde que verdadeiro, é a maneira mais adequada de se chegar ao coração dos consumidores”, acredita Nunes. De acordo com o consultor, companhias que já há algum tempo introduziram a comunicação corporativa no Brasil hoje colhem os frutos da decisão. “A Nestlé, por exemplo, que conseguiu associar atributos como ética e confiança a sua marca institucional, tem 35% do valor de suas marcas associado à marca mãe, Há seis anos esse índice era de 21%.
Já a Unilever registrou um salto de 2% para 15% no mesmo período”, coloca Nunes. “Em compensação, outras empresas como Estrela e Caloi, por exemplo, que já foram muito fortes no passado, não souberam acompanhar as mudanças do mercado e perderam reconhecimento”, diz.
No caso da Nestlé, os investimentos já são feitos há mais de dez anos, sendo que a promoção “Adote seu filhote” — vinculado ao Galera Animal — é a mais recente ação nesse sentido. A série exibida em horário nobre na TV Globo aborda questões ambientais visando atingir a família brasileira.

Maior visibilidade Já na Unilever, também citada como exemplo, a estratégia de fortalecimento da marca corporativa começou a ser desenhada em 2004 tendo sido o Brasil pioneiro nesse tipo de comunicação dentro da companhia em escala mundial. Responsável pela mudança, Luiz Carlos Dutra, vice-presidente de marketing corporativo da companhia, conta que o planejamento passou por algumas fases bem definidas, tendo sido delas os créditos pela maior visibilidade conquistada. “Abrir o discurso corporativo é uma atitude que gera negócios. Quando colocamos no ar o filme protagonizado pelo Bernardinho e sua família, em 2007, vimos a intenção de compra dos produtos da Unilever crescer 15%. Entre 2004 e 2008 aumentamos de 7% para 73% o conhecimento da marca corporativa e crescemos em consumo em todas as classes sociais”, conta Dutra. Nos próximos dias, a empresa deve colocar no ar uma nova campanha criada pela Ogilvy. Com o mote “Cada gesto conta”, a Unilever abordará a sustentabilidade de maneira diferenciada focando não apenas no apelo ambiental, mas falando ainda sobre três outros pilares representados pelas marcas de seu portfólio: nutrição, autoestima e desenvolvimento infantil. “Nessa fase esperamos promover maior engajamento com os consumidores. O conceito inicial foi todo colocado nas redes sociais e, em dois meses, somamos cem mil cliques na página da ação no Facebook”, diz Dutra. “Depois de criado esse diálogo com o consumidor, rodaremos os cinco filmes na televisão aberta e por assinatura para depois ampliar para outras mídias até o primeiro semestre de 2011”, antecipa o executivo.


Beijos =)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Relatório da ONU aponta aumento de 226 milhões de internautas até o fim do ano

A previsão foi feita por uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) e divulgada nesta terça-feira 19. Até o final deste ano, o mundo deverá ultrapassar o total de dois bilhões de internautas.

Segundo os dados revelados, o número de usuários de internet dobrou no planeta nos últimos cinco anos e, somente em 2010, 226 milhões de novos usuários passarão a se conectar à rede mundial de computadores. De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UTI), destes novos internautas, 162 milhões pertencerão a países em desenvolvimento.

Ainda de acordo com o relatório, ao final de 2010, 71% da população dos países desenvolvidos estará conectada à internet. Apesar da forte difusão da rede em nações em desenvolvimento, o percentual populacional desses países que possuem acesso à rede ainda ficará em 21% até o final de 2010.